Versículos · João 18:36

O que significa João 18:36?

36Jesus respondeu: “O meu Reino não é deste mundo. Se o meu Reino fosse deste mundo, então os meus servos lutariam, para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas agora o meu Reino não é daqui.”

João 18:36 · Bíblia Português Mundial

De pé, amarrado, diante de Pilatos, o governador romano, Jesus disse que o seu Reino não é deste mundo. A prova que ele deu foi simples: se fosse, os seus servos estariam lutando para libertá-lo. Ninguém estava lutando. O Reino dele não precisa de exército.

Isso acontece em Jerusalém, de manhã cedo, no quartel de Pôncio Pilatos. Pilatos era o governador romano da Judeia. Roma o mandou para manter a província quieta e cobrar os seus impostos. Ele era o único homem ali que podia mandar matar alguém. Tinha soldados no pátio.

Jesus estava de pé na frente dele com as mãos amarradas. Os chefes dos sacerdotes o tinham entregado. Pilatos perguntou se ele era rei.

O que Jesus respondeu

Jesus respondeu: “O meu Reino não é deste mundo. Se o meu Reino fosse deste mundo, então os meus servos lutariam, para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas agora o meu Reino não é daqui.”

João 18:36 · Bíblia Português Mundial

Ele deu a Pilatos um teste que ele podia conferir com os próprios olhos. Os reis deste mundo têm exércitos. Quando um deles é capturado, os seus homens vêm lutando para tirá-lo de lá.

Ninguém estava lutando por Jesus. Poucas horas antes, quando um dos seus amigos brandiu uma espada, Jesus mandou parar e curou o homem que foi cortado.

De onde vem o poder dele

Não ser deste mundo não quer dizer estar longe, nem só depois que você morre. É sobre de onde o governo dele tira o poder. O poder de Pilatos vinha de Roma e dos seus soldados. O poder de Jesus não vinha de espadas de jeito nenhum.

O que isso significa

O Reino de Jesus não se sustenta pela força. Ninguém pode lutar uma guerra por ele, porque ele não funciona assim. Ele cresce quando as pessoas vivem do jeito que ele viveu.

O ensino completo sobre o rei que recusou a coroa está de graça no app Mercy.

Leia o capítulo inteiro: João 18

1Quando Jesus terminou de dizer estas palavras, ele saiu com os seus discípulos para o outro lado do ribeiro de Cedrom, onde havia um jardim, no qual ele e seus discípulos entraram.

2Ora, Judas, que o traía, também conhecia o lugar, porque Jesus frequentemente se reunia ali com os seus discípulos.

3Judas, então, levando consigo um destacamento de soldados e guardas dos sumos sacerdotes e dos fariseus, chegou ali com lanternas, tochas e armas.

4Jesus, pois, sabendo tudo o que lhe aconteceria, saiu e disse-lhes: “A quem vocês procuram?”

5Eles lhe responderam: “A Jesus de Nazaré.” Jesus lhes disse: “Sou eu.” Judas, que o traía, também estava em pé com eles.

6Quando, pois, ele lhes disse: “Sou eu,” eles recuaram e caíram por terra.

7Novamente, pois, ele lhes perguntou: “A quem vocês procuram?” Eles disseram: “A Jesus de Nazaré.”

8Jesus respondeu: “Já lhes disse que sou eu. Se, pois, é a mim que vocês buscam, deixem estes irem embora,”

9para que se cumprisse a palavra que ele dissera: “Daqueles que me deste, não perdi nenhum.”

10Simão Pedro, pois, que tinha uma espada, puxou-a, feriu o servo do sumo sacerdote e cortou-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco.

11Jesus, pois, disse a Pedro: “Guarde a espada na bainha. O cálice que o Pai me deu, acaso não devo bebê-lo?”

12Então o destacamento, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram,

13e o levaram primeiramente a Anás, pois era sogro de Caifás, que era o sumo sacerdote naquele ano.

14Ora, Caifás era quem havia aconselhado os judeus que era conveniente que um homem morresse pelo povo.

15Simão Pedro seguia a Jesus, assim como outro discípulo. Ora, esse discípulo era conhecido do sumo sacerdote, e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote;

16mas Pedro ficou em pé do lado de fora, à porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do sumo sacerdote, saiu, falou com a mulher que guardava a porta e levou Pedro para dentro.

17Então a criada que guardava a porta disse a Pedro: “Você não é também um dos discípulos deste homem?” Ele disse: “Não sou.”

18Ora, os servos e os guardas haviam acendido uma fogueira de brasas, porque fazia frio, e estavam ali se aquecendo. Pedro estava com eles, aquecendo-se.

19O sumo sacerdote, pois, interrogou Jesus a respeito dos seus discípulos e do seu ensino.

20Jesus lhe respondeu: “Eu falei abertamente ao mundo. Eu sempre ensinei nas sinagogas e no templo, onde os judeus sempre se reúnem. Não disse nada em segredo.

21Por que você me interroga? Pergunte aos que me ouviram o que eu lhes disse. Eis que eles sabem as coisas que eu disse.”

22Quando ele disse isso, um dos guardas que estava ali perto deu uma bofetada em Jesus com a mão, dizendo: “É assim que você responde ao sumo sacerdote?”

23Jesus lhe respondeu: “Se falei mal, mostre em que falei mal; mas, se falei bem, por que você me bate?”

24Anás o enviou amarrado a Caifás, o sumo sacerdote.

25Ora, Simão Pedro estava em pé e se aquecendo. Disseram-lhe, pois: “Você não é também um dos discípulos dele, é?” Ele negou e disse: “Não sou.”

26Um dos servos do sumo sacerdote, sendo parente daquele a quem Pedro havia cortado a orelha, disse: “Eu não vi você no jardim com ele?”

27Pedro, pois, negou outra vez, e imediatamente o galo cantou.

28Levaram, pois, Jesus da casa de Caifás para o Pretório. Era de manhã cedo, e eles mesmos não entraram no Pretório, para não se contaminarem, mas poderem comer a Páscoa.

29Pilatos, pois, saiu até eles e disse: “Que acusação vocês trazem contra este homem?”

30Eles lhe responderam: “Se este homem não fosse um malfeitor, não o teríamos entregue a você.”

31Pilatos, pois, lhes disse: “Levem-no vocês mesmos e julguem-no segundo a lei de vocês.” Portanto, os judeus lhe disseram: “A nós não é lícito matar ninguém,”

32para que se cumprisse a palavra de Jesus, que ele dissera, significando de que tipo de morte ele haveria de morrer.

33Pilatos, pois, entrou novamente no Pretório, chamou Jesus e lhe disse: “Você é o Rei dos Judeus?”

34Jesus lhe respondeu: “Você diz isso por si mesmo, ou outros lhe falaram a meu respeito?”

35Pilatos respondeu: “Por acaso eu sou judeu? A sua própria nação e os sumos sacerdotes o entregaram a mim. O que você fez?”

36Jesus respondeu: “O meu Reino não é deste mundo. Se o meu Reino fosse deste mundo, então os meus servos lutariam, para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas agora o meu Reino não é daqui.”

37Pilatos, pois, lhe disse: “Então você é rei?” Jesus respondeu: “Você diz que eu sou rei. Para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.”

38Pilatos lhe disse: “O que é a verdade?” Depois de dizer isso, saiu novamente até os judeus e lhes disse: “Não acho nele motivo algum para acusação.

39Mas vocês têm o costume de que eu lhes solte alguém na Páscoa. Vocês querem, portanto, que eu lhes solte o Rei dos Judeus?”

40Então todos gritaram novamente, dizendo: “Este não, mas Barrabás!” Ora, Barrabás era um salteador.

Bíblia Português Mundial

O app Mercy

Cada ensino, cada versículo, de graça.

Uma oração a cada manhã, ensinos simples sobre o que Jesus disse e vizinhos ajudando uns aos outros. Sem anúncios.

Receba um aviso no dia em que o Mercy estiver pronto